janeiro 27, 2006
Melhor Música dos U2? Como é possível escolher só uma?
(0578)

Alerta-me o Golfinho para esta votação:
U2 Best Song.
Vá até lá e vote.
A minha escolha, que amanhã podia perfeitamente ser outra:
1- Pride
2- Sunday Bloody Sunday
3- New Year`s Day
4- One
5- Walk On
E como deixar de votar em: The Unforgettable Fire, With or Without You, Beautiful Day, Peace on Earth, I Will Follow, The Electric Co., Gloria, Party Girl, 40, The Fly, Mysterious Ways, etc, etc, etc.
Publicado por Patrick Blese às 02:54 AM | Comentários (8) | TrackBack
outubro 09, 2005
Love is Blindness: U2 e os terroristas
(0298)
De leitura obrigatória este post do Sunderland, no Coexist.
E matando dois coelhos com uma cajadada ouçam, como bónus, Pride, In the name of love.
Publicado por Patrick Blese às 12:36 AM | Comentários (2) | TrackBack
julho 12, 2005
Regresso anunciado dos Smashing Pumpkins
(0221)

Leio algures que, 5 anos depois, a banda de Billy Corgan vai regressar.
Aplaudo de pé e com vénia.
Publicado por Patrick Blese às 03:29 AM
abril 16, 2005
The Smiths - The world won´t listen
(0049)

Morrisey, Marr, Joyce e Rourke, formaram uma banda pop incontornável e inesquecível para quase todos os da minha geração.
Recordo-me dos meus amigos, 5/ 7 anos mais velhos, ouvirem Joy Division, nós, mais novos, ouvíamos Smiths.
Conheci-os com Meat is Murder, em 1985, tinha 15/16 anos.
Apreciei sobretudo Queen is dead, em 1986, um álbum de grande agressividade, onde Margaret Tatcher e a Realeza eram muito mal tratadas.
Em 1988, Morrisey e Marr, entraram em litígio definitivo e eu continuei a seguir e a apreciar a carreira de Morrisey a solo, já que sempre valorei mais o poeta e menos o melodista.
Ando agora a ouvir, há um bom par de meses, no carro, o álbum The world won´t listen.
Gosto especialmente da música There is a light that never goes out, que ainda há não muito tempo ouvi ser cantada em espanhol pelo basco Mikel Erentxu, o ex-Duncan Dhu, que esteve a solo na Praça Sony.
E é em espanhol que deixo a letra desta Esta luz nunca se apagará.
ESTA LUZ NUNCA SE APAGARA
Mikel Erentxun ________________________________________
Hoy te esperaré
en la esquina iluminada de mi calle.
Oh ven
no puedo comprender
que nunca confesaras tu amor
aquella nocche eterna.
Daba igual.
Hoy te esperará
este reducto de marfil y de hueso que soy
me hiciste un gran favor
oh, nadie ha dado un paso por mí
yo era una luz enterrada en puños de cal.
Y si estoy solo esta vez,
no es casualidad
morir por ti
sería un lento y bello final
y no regresarás a mi corazón
morir por ti
sería un ambicioso final.
Hoy te esperaré
Dime, dime a mí quién soy,
quién soy, qué soy
y el oscuro soportal
señor, mi suerte al fin pudo cambiar
¿pero te extraña que exija de nuevo tu amor?
Hoy te esperaré
sí dime, dime a mí quién soy, qué soy
y puedo comprender
que nunca confesaras tu error
aquella noche enferma.
Era normal.
Publicado por Patrick Blese às 12:42 AM
abril 12, 2005
Leitura para todos os apreciadores de Bono Vox e companhia
(0043)
Esta posta do Golfinho é mesmo de leitura obrigatória.
Publicado por Patrick Blese às 07:47 PM
abril 07, 2005
Bebo y Cigala, Lágrimas Negras
(0027)

Ando com falta de tempo, o que retira disponibilidade mental para organizar pensamentos e passá-los a escrito, socorro-me então da âncora Senhora do Monte, e à luz do critério que defini aqui, recupero mais este post.
Normalmente aos domingos de manhã, enquanto alguns dos meus vizinhos se ocupam da lavagem dos seus carros e da inundação da respectiva garagem, dirigo-me, sorrateiramente, ao porta bagagens do carro mais sujo do prédio e mudo os 6 cd´s da caixa que me ajudarão a alimentar o espírito e a alma durante a semana.
Nos últimos mêses só tenho mudado 5, dos 6 cd´s possíveis.
O culpado é este Lágrimas Negras.
Sou um profundo interessado por tudo, ou quase tudo, o que se possa catalogar ou entender como músicas de fusão.
E este disco do pianista cubano Bebo Valdéz e do cantor castelhano Diego El Cigala mostra como duas culturas musicais tão distintas como o Flamenco e o Jazz latino-cubano podem juntar sinergias e resultar num trabalho verdadeiramente espantoso.
A voz é absolutamente assombrosa e o sentimento que emana do piano não é traduzível em palavras.
Bebo Valdéz é talvez o maior pianista cubano de sempre e neste trabalho não deixa os seus créditos por teclas e pautas alheias.
A produção é de Fernando Trueba, o conhecido cineasta, o que é garantia absoluta por si só de sensibilidade, beleza, paixão e sentimento.
É isso que todos poderão encontrar neste fabuloso disco.
Em simultâneo saiu o DVD, Blanco y Negro, gravado ao vivo em Palma de Maiorca, que é também altamente recomendável.
Quanto ao CD, destaco as faixas nº 1, 3 e 6, respectivamente, Inolvidable, Lágrimas Negras e Se me olvido que te olvidé.
Este disco vale mesmo a pena.
Publicado por Patrick Blese às 02:39 PM
março 31, 2005
U2 - How to dismantle an atomic bomb
(0009)
Começo aqui uma das rúbricas fixas do Anjos e Demónios, destinada à música e as entradas surgirão agrupadas na coluna da esquerda no item respectivo, facilitando assim a busca e a leitura.
Trata-se de seleccionar os meus discos preferidos e discorrer sobre eles.
É também o primeiro post que repesco do Senhora do Monte.
Começo esta rúbrica com os maiores!
Em finais de 1982 descobri os U2.
Foi o meu amigo Jaymão, que acabado de chegar de Vilar de Mouros, me falou, em êxtase, dos rapazes.
Ainda me lembro, como se fosse hoje, de ter ouvido Pride na casa da Rua de Antero Quental, lá na Invicta.
Foi a primeira música que ouvi e ainda hoje é a minha preferida, mas não a mais emblemática, porque essa é Sunday Bloody Sunday.
Eu tinha 13 anos e nunca mais deixei de seguir o trilho de Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr.
É a minha banda de eleição!
Quer dizer, se me obrigarem a escolher apenas uma e só uma banda, eu escolho a rapaziada de Dublin.
Se, desgraça suprema, me obrigassem a escolher apenas um disco, apenas uma música, sinceramente seria muito difícil.
Como escolher entre: Unforgettable fire e Under a blood red sky? War e Boy? New Years Day e Pride? One e Sunday Bloody Sunday? With or without you e Walk On ? E como esquecer Party girl?
Escolheria Pride e The Unforgettable Fire, mas com o coração apertado.
Ainda hoje, o melhor concerto que vi foi o Zooropa, em 1993, curiosamente durante a época que menos apreciei o trilho que seguiam. Estavamos em plena época do Atchung Baby, em que eu dizia que aquilo não era U2, parecia que tinha havido uma alteração genética.
Mas o concerto foi fabuloso!
Falo-vos agora, do último disco, afinal a razão deste post, How to dismantle an atomic bomb, que todos andam por aí a ouvir e fazem muito bem.
Assistimos aqui ao regresso ao verdadeiro Rock e aos manifestos de paz que são palavra de ordem.
E este álbum tem uma super música: Sometimes you can´t make it on your own.
Ouçam o album com atenção e fixem a guitarra de The Edge no seu melhor de sempre, é na faixa nº 5, City of blinding lights.
Ainda hoje, tantos anos depois, quem faz música como eles?
Publicado por Patrick Blese às 06:50 PM
