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O Anjos e Demónios comemorou, ou devia ter comemorado, o seu primeiro aniversário no passado dia 28 de Março.
Esta belíssima efeméride passou completamente despercebida.
De facto, a blogosfera em peso, comigo à cabeça, ignorou a data o que prova que há, por aqui, muita gente com visão e bom senso.
Nos últimos tempos o blogue anda votado ao abandono e, pelo andar da carruagem, não posso jurar que nas próximas semanas seja capaz de retomar a pedalada dos primeiros meses.
Em bom rigor nada se perde, no entanto, nos próximos tempos tentarei, pelo menos, escrever sobre o FC Porto Campeão, sobre a salvação do Belém, sobre o novo dos Pearl Jam, sobre o interessantíssimo braço de ferro Berlusconi/Prodi e aprofundar um ensaio que ando a alinhavar sobre a verdadeira riqueza.
Até lá,
desejo Boas Festas a todos.
(0660)
Agora é hora de dar as mãos para evitar o descalabro.
Depois, caro Guedes, concordo contigo é hora de apontarmos as carabinas.
(0659)
Fui a Barcelona, com um grupo de amigos benfiquistas, em busca do futebol espectáculo e da magia de Ronaldinho, Eto, Deco e companhia.
Não dei o meu tempo por mal empregue.
Logo à saída do avião, informados de que eu não era benfiquista, os jornalistas da RTP não me largaram enquanto não me entrevistaram: o que fazia ali um portista?
Já que queriam sangue lá lhes disse que uma eventual final Benfica-Vilarreal seria um crime de lesa futebol e vaticinei a minha presença em Paris para assistir a uma final Barça-Arsenal.
Não me enganei.
O Barcelona jogou como quis, ao ritmo que entendeu e, sem acelarar ou forçar o texto, reduziu o Benfica a uma vulgaridade constrangedora.
O jogo não teve história mas não posso acabar este post sem deixar um agradecimento conjunto ao Beto (esse baluarte do meio campo encarnado) e ao Koeman (por o meter a jogar): há muito tempo que não me ria tanto num jogo de futebol...
... e como eu estou a precisar de quem me faça rir.