(0287)
Reflexão, visão estratégica, honestidade intelectual, coerência e qualidade na escrita.
Eis que João Pedro Dias, "nacional sem ser nacionalista e europeísta sem ser internacionalista", está de volta à blogosfera.
Com ele a qualidade, do mundo dos blogues, sobe em flecha!
(0286)

Alegre concorre contra os directórios partidários.
Compreendo.
Trata-se de um bom exemplo de independência, de coragem e de cidadania.
Mas que reunião era aquela, em Águeda, em que ele anunciou a candidatura?
Nota: O título deste post, que não pretende ser ofensivo, foi-me sugerido pela minha amiga Filipa que, empoleirada na sabedoria dos seus 2 anitos, já percebeu há muito de que massa é feita o poeta.
(0285)
Alegre disse que se candidatava porque entende que é a sua candidatura que vai forçar a segunda volta.
De um poeta não seria de esperar razões mais elevadas?
(0284)
Maio, 2005
Foto de Patrick Blese
O Duomo de Milão é a terceira igreja do Cristianismo e simboliza a majestade de Milão.
(0283)

Maio, 2005
Foto de Patrick Blese
Uma das pontes mais famosas do mundo, é uma estrutura barroca do início do século XVII que chega até às prisões do palácio. Diz-se que os condenados "suspiravam" ao verem pela última vez o céu e o mar.
(0282)
Maio, 2004
Foto de Patrick Blese
Uma combinação fantástica de arquitectura bizantina, gótica e renascentista, o Palazzo Ducale foi a residência oficial de 120 doges que governaram Veneza de 697 a 1797.
Artistas como Ticiano, Tintoretto e Bellini rivalizaram entre si para embelezar o palácio com pinturas e esculturas.
(0281)
Maio, 2004
Foto de Patrick Blese
Monumento a Vittorio Emanuelle II, baseado num projecto de 1855, de Giuseppe Sacconi, que hospeda a seus pés o Túmulo do Soldado Desconhecido.
(0280)

Hoje é dia de festa: O Clube de Futebol “Os Belenenses” comemora 86 Anos.
A minha paixão pelo Belenenses, embora aparentemente inexplicável, já que vivi a minha infância e adolescência no Porto e não se conhecia no meu seio familiar um único simpatizante do clube, é muito antiga.
No entanto, existem várias razões para que o Belém sempre tivesse sido um clube especial para mim.
Desde logo, pelo facto da minha cultura futebolística se ter moldado durante a década de 70 e nessa altura nutrir uma grande admiração por um jogador paraguaio do clube: Paco Gonzalez que, para meu contentamento, acabou transferido para o FC Porto em 76/77 ; depois, porque sendo eu portista desde pequenino, sempre me habituei a ver no Belenenses um clube amigo, de gente séria e honrada e que ainda por cima também equipava de azul.
Não esqueço que o saudoso José Maria Pedroto se transferiu, ele também, do Belém para o FC Porto, contribuindo a massa resultante da sua transferência, ao que sei, e de que maneira, para a construção do actual Estádio do Restelo.
De resto, durante a década de 70, principalmente antes do 25 de Abri de 1974, data em que eu tinha 5 anos, o Belenenses teve equipas sensacionais ( recordo que, por exemplo, em 72/73 ficou em 2º lugar) onde pontificavam alguns dos maiores craques que Portugal já conheceu: Paco Gonzalez, Alfredo Murça e Freitas ( que acabariam no FC Porto), Godinho, Quaresma, Quinito, Mourinho, Nogueira, Esmoriz, Artur Jorge, Vasques, Pietra, Sambinha, Lincoln e tantos outros que a minha memória já não alcança.
Até hoje, continuo a achar que o percurso do Belenenses foi feito precisamente em sentido inverso ao do meu FC Porto: este ganhou asas com o 25 de Abril, o Belém esmoreceu, caiu de produção e nunca mais se encontrou.
Acredito, no entanto, que o clube está no bom caminho, desportivo e financeiro, e que o futuro será azul.
Nesta data personificaria os merecidos parabéns ao clube na sua figura maior: o incomparável Matateu.
Mas como é evidente ao longo destes 86 anos outros nomes fizeram a grandeza do clube e não seria justo esquecer gente como, Artur José Pereira, Vicente Lucas, Capela, Feliciano, Vasco, Di Pace, José Maria Pedroto, Mariano Amaro, Pepe, Augusto Silva, Scopelli, Carlos Silva, César de Matos, Artur Quaresma, José António, Marinho Peres, Acácio Rosa, Ramos Lopes, Sequeira Nunes, e claro, Paco Gonzalez.
Eu, pela minha parte, cumpri com o que sempre prometi a mim próprio: no dia em que viesse viver para Lisboa inscrever-me-ia como sócio.
Foi o que fiz e hoje sou um sócio mais antigo do que o actual Presidente do clube…
… e tenho metade da sua idade.
Nota: Parabéns extensivos aos blogues dos adeptos e sócios do clube que muito têm contribuido para o engrandecimento e divulgação das actividades do clube, bem-hajam os que estão destacados na coluna da esquerda aqui da casa, e em especial:
O Canto Azul ao Sul
CF Belenenses blog
Blog do Belenenses
(0279)
Não vi mas, via Blasfémias, tive conhecimento do seguinte:
O meu bom amigo, e grande profissional, Jorge Gabriel perguntou, ontem, a dois concorrentes do concurso «O Cofre» (RTP1):
- Quem foi o autor do livro «O Príncipe»?
Responde um concorrente, Engenheiro de profissão:
- Eça de Queirós!
- Não!
- Aquilino Ribeiro!
- Não!
- Camilo Castelo Branco!
- Não!
Esgotado o tempo e sem resposta certa, a pergunta é colocada ao outro concorrente, que responde:
- Agustina Bessa Luís!
O meu avô, que Deus tenha, costumava dizer com uma pronúncia cantada muito característica e com ares de quem tinha sido apanhado no meio de uma tempestade: "Cum carago!"
(0278)
La Seine
Setembro, 2001
Foto de Patrick Blese
(0277)
Paris vista do cimo da Tour Montparnasse.
Setembro, 2001
Foto Patrick Blese
(0276)
Champs Elysées, by night
Setembro,2001
Foto Patrick Blese
(0275)
Hotel Concorde Saint-Lazare, Gare Saint-Lazare, Paris
Agosto, 2003
Foto Patrick Blese
(0274)
Artista e o seu modelo, Place do Tertre, Montmartre, Paris
Setembro, 2004
Foto Patrick Blese
(0273)
Place de Vosges, Marais, desde a janela da Maison Victor Hugo.
Setembro, 2004
Foto Patrick Blese
(0272)
O judeu-austríaco Simon Wiesenthal, também conhecido como o "caçador de nazis", morreu esta terça-feira, aos 96 anos.
O Arquitecto Wiesenthal tornou-se conhecido por ter levado perante a justiça mais de mil criminosos de guerra nazis.
Durante mais de seis décadas, dedicou a sua vida à tarefa de não deixar que o mundo esquecesse os horrores do Terceiro Reich.
Sobrevivente de vários campos de concentração, Wiesenthal ajudou a levar perante a justiça 1100 criminosos de guerra nazis, entre eles, Adolf Eichmann, responsável pelo Campo de Treblinka, o homem nomeado por Adolf Hitler para executar o genocídio de milhões de judeus.
«Sou alguém que procura justiça, não vingança», disse um dia Simon Wiesenthal.
(0271)

Colecção Eduardo Costantini, Buenos Aires, Argentina
Pós-Cubismo
Tarsila do Amaral iniciou a sua aprendizagem de pintura em 1917, sob orientação do pintor académico Pedro Alexandrino.
Em 1920, mudou-se para Paris para estudar na Academie Julian e conheceu as obras de dadaístas, futuristas e cubistas.
De passagem pelo Brasil em 1922, aproximou-se do grupo modernista que se formara na capital paulista, do qual já faziam parte Anita Malfatti, Mário de Andrade e Oswald de Andrade >(com quem Tarsila se casaria em 1926).
No entanto, apenas após o seu regresso à Europa, em 1923, chegou às primeiras soluções realmente originais na sua pintura, combinando as técnicas do pós-cubismo aprendidas com Andrë Lhote, Albert Gleizes e Fernand Léger, com uma temática e um colorido profundamente identificados com a cultura brasileira.
(0270)

Petit Palais, Genóva
Pintora Art Deco, norte americana, nascida na Polónia.
(1898-1980)
(0269)

Fevereiro, 2005
Foto Patrick Blese
(0268)
No sempre recomendável A Forma e o Contéudo, José Ferreira Marques, insurge-se contra a hipocrisia das oposições, que consecutivamente, ao longo dos anos criticam as nomeações dos diferentes governos.
Acrescenta que "se os governos nomeassem pessoas de outros quadrantes é que seria de estranhar".
Sob o título "Escândalos de fariseu" o bloguista discorre sobre as últimas nomeações para a Galp e para o Tribunal de Contas e deixa uma pista interessante no último suspiro do seu post "... se os cargos não preenchem os requisitos da confiança politica, que se retire a competência da nomeação aos governos, a bem da transparência".
Estou, genericamente, de acordo com este post, excepto, no que diz respeito ao caso da nomeação de Oliveira Martins para a liderança do Tribunal de Contas.
Que imparcialidade e independência está em condições de assegurar um actual deputado da bancada socialista, e antigo ministro dos governos de Guterres, quando tiver que auditar as contas do Estado?
Valerá a pena, um governo, seja ele qual for, desbaratar o já de si normalmente baixo capital de popularidade e credibilidade que tem junto do povo, e que é o garante que permite avançar com as reformas necessárias, promovendo nomeações deste calibre?
Não será melhor, para evitar burradas destas, que se retire a competência da nomeação do Presidente do Tribunal de Contas ao governo e se arranje uma comissão independente que o faça?
(0267)

Escrita em 1984, no auge da corrente denominada teatro-besteirol, Batalha de Arroz num Ringue para Dois, de Mauro Rasi é uma comédia hilariante sobre as agruras da vida a dois.
Um casal emblemático, Nélio e Angela, atravessa quatro fases no seu conturbado casamento, proporcionando um espectáculo que assegura ao espectador deliciosos momentos com, os excelentes e talentosos, Cláudia Raia e Miguel Falabella em grande plano.
Fui lá ontem e valeu mesmo a pena.
Ainda fica no Tivoli até dia 25.
(0266)
Sou tolerante e aceito que as pessoas queiram e possam viver na diferença, mas oponho-me totalmente ao casamento entre homossexuais, sou ferozmente contra a adopção de crianças por paneleiros e fufas e também não aprecio exibições de paneleirices, em primetime, numa estação de referência.
Tudo isto a propósito do novo programa da SIC, o Esquadrão G, que não vi, mas que ao que sei é exibido em horário nobre.
Os gajos da SIC dizem que o objectivo é revolucionarem a vida dos pacatos homens heterossexuais e tentarem sensibilizá-los para novas realidades.
A classe dos paneleiros já é, na minha opinião, das mais rídiculas do país, agora colocarem-nos a fazer paneleirices, na TV, em primetime, não lembra ao diabo e quem tem filhos adolescentes não pode achar muita graça a esta merda.
(0265)
Conseguimos fotografar Sócrates assim que saiu da reunião em que o governo indigitou Guilherme d`Oliveira Martins para o Tribunal de Contas.
Ei-lo:

(0264)
Soubesse eu mexer no template do blogue e, não só, já teria actualizado a morada da minha amiga Miss Pearls, a quem aproveito para plagiar o título deste post, como também já teria acrescentado à coluna da esquerda meia dúzia de blogues que há muito lá deveriam estar:
Câmara Corporativa
Casmurro
Bicho Carpinteiro
Corpo Dormente
Laranja Amarga
Quatro Caminhos
Origem das Espécies
Andar aos Gambozinos
Tela Abstracta
(0263)

Soares terá afirmado que, antes da sua providencial aparição, já se pensava que as eleições para Cavaco seriam um passeio na Avenida da Liberdade.
Hoje encontrei esta pérola no Bloguítica: como é possível que um blogue de referência, ainda que a título de graçola, afirme que Alegre é mais perigoso para Cavaco do que Soares?
Falemos claro: a mim, a última coisa de que me podem acusar é de ser Soarista, pelo contrário, não alimento qualquer espécie de simpatia política pelo personagem.
Não lhe admiro o passado e como futuro estava mais a vê-lo como o avô de todos os portugueses do que como o presidente de todos os portugueses.
No entanto, só por má fé, ou autismo político, é que se pode afirmar que Alegre era mais perigoso para Cavaco do que Soares.
O único cenário em que Alegre poderia ser mais perigoso para Cavaco seria no contexto de um qualquer concurso literário para o género da Poesia.
Sobre Soares, não será a mim que me verão a fazer o elogio da criatura mas, ainda assim, sempre posso dizer que considero que, em terreno aberto eleitoral, é talvez o politico português mais perigoso que alguém pode enfrentar.
Quanto a Alegre, porventura terá razões de queixa, do seu amigo de sempre, na forma como todo o processo foi conduzido, mas que diabo, sejamos razoáveis, o poeta nem perfil para administrador do seu condomínio tem, aliás não se vislumbra uma única característica que pudesse fazer dele um bom candidato à mais alta magistratura da Nação.
Seria literalmente cilindrado.
(0262)
Ao que julgo saber um dos líderes sindicais dos professores justificava a manifestação pelo facto de haver muitos professores desempregados.
Ficamos agora a saber que, para esta casta dirigente, assegurar emprego a todos os professores é a principal prioridade da política educativa do governo.
E eu que pensava que não era...
(0261)

Pela primeira vez em muitos anos o início do ano lectivo começou sem sobressaltos, com as escolas a abrirem em tempo certo e com os docentes colocados.
Apesar disso Sócrates, e a senhora ministra Maria de Lurdes Rodrigues, foi vaiado na inauguração do novo ano lectivo.
Prova provada de que, como alguém já terá dito, nesta área parece que ninguém está disponível para fazer cedências.
Por isso é preciso decidir, agir e cortar a direito.
Foi o que fez a senhora ministra e por isso está de parabéns.
Fixem este nome.
(0260)
No Editorial da revista Sábado de ontem, assinado como habitualmente pela Direcção, refere-se que foi anunciado que Lisboa vai ter dois novos estádios, ambos municipais, financiados pela Câmara, ou seja, por dinheiros públicos.
Aceito a indignação e junto-me ao coro de assobios.
No entanto, e em jeito de conclusão, o Editorial questiona-se sobre os objectivos dos novos estádios, principalmente sobre o que vai nascer na zona oriental da cidade e que está a ser projectado pelo Arqº Souto Moura.
O próprio Editorial adianta uma resposta, que é reveladora de uma grande ignorância sobre a história desportiva e social da cidade de Lisboa: “O objectivo é ser usado pelo Operário, um clube da 2ª Divisão B!”.
Alguém devia explicar a estes “directores” que o Operário que compete na 2ª Divisão B é o Clube Operário Desportivo, equipa do arquipélago dos Açores e que o Operário alfacinha, a que se refere o texto, é o Clube Operário de Futebol, uma típica colectividade do bairro da picheleira que compete nas catacumbas dos distritais lisboetas há para cima de 50 anos.
(0258)

Uma Associação a merecer a atenção de todos.
Visite e contribua,aqui.
(0257)

Primeiro, a caminho de casa, bato com o carro e, não contente em ser eu o culpado, perco a primeira parte do jogo de Ibrox Park.
A seguir, vejo a segunda parte e, assisto a uma derrota que não lembra ao diabo.
Depois de ter estado o dia todo a debitar acções de formação, e estar quase afónico, é caso para dizer que este foi mesmo um daqueles dias 13.
(0256)
Tirando datas familiares e profissionais importantes, as minhas memórias só encontram paralelo para o 11 de Setembro de 2001 no 25 de Abril de 1974, dia sobre o qual, apesar de à data ter apenas 5 anos, recordo todos os pormenores.
A verdade é que a minha memória, que é extremamente selectiva, elevou o 11 de Setembro à categoria do 25 de Abril.
Acredito que daqui por 30 ou 40 anos muitas dos adultos activos dessa altura, que em 2001 tinham tenra idade, se lembrem tim-tim por tim-tim do seu 11 de Setembro de 2001 pessoal.
E nessa altura surgirá um Baptista Bastos qualquer na América, como em Portugal ou em Moscovo, ou em Tóquio, que perguntará: Onde é que você estava no 11 de Setembro?
(0255)

Quatro anos depois ainda custa a acreditar.
Como foi possível?
(0254)

Depois do inocente e crente Alegre ter sido passado a ferro pelo impiedoso e egocêntrico Soares, a velha e decrépita esquerda colocou-se em bicos de pés e apontou, em bloco e com toda a carne no assador, à mais alta magistratura da Nação.
Agora é Louça, e o seu inqualificável bando, que a reboque de Jerónimo e do PCP, ou o que resta dele, se apresenta também como pseudo-candidato, que fará campanha mas abdicará na hora da verdade.
O caminho que esta esquerda está a escolher é muito perigoso e vai trazer-lhe, estou certo disso, maus resultados eleitorais.
Nos últimos anos o caminho que Soares percorreu foi feito no sentido centro-esquerda tendo-se tornado, em muitas matérias sensíveis, uma pessoa com pontos de vista radicais e extremistas, bastando lembrar que se opôs à invasão e guerra no Iraque, que várias vezes investiu furiosamente contra a globalização que considera selvagem e baseada no capitalismo especulativo, que alimenta um ódio de estimação e visceral pela administração norte americana e que se auto-intitula um grande inimigo do capital financeiro aparecendo sempre em defesa das condições de trabalho dos trabalhadores, não evidenciando a menor preocupação pelo papel dos empregadores e criadores de emprego.
Ora este é um caminho minado e, o que resta do animal político Soares, deveria saber que, por um lado, o povo, que é sereno mas não é parvo, sabe que se as portas de Belém se lhe abrissem, Soares faria tábua rasa do seu discurso anti-capitalista e faria uma entrada triunfal no Palácio cor de rosa de mãos dadas com o seu velho regimento de interesses económicos que nunca deu sinal de ter abandonado e que agora, cínica e aparentemente, parece hostilizar; e por outro, que para ganhar a corrida presidencial precisa do centro, e ele não fez outra coisa nos últimos tempos que não fosse, justamente, fugir do centro a sete pés, com a agravante de se ter acantonado e ter vindo a ostentar as bandeiras da esquerda radical e extremista, afinal a mesma que nesta hora escolheu este caminho dos pseudo-candidatos para vir em seu auxílio.
Neste momento a esquerda radical tem três candidatos.
O centro-esquerda, o centro, o centro-direita e a direita não têm nenhum: é este o erro de casting.
(0252)
Soares III é o passado.
Cavaco é o futuro.
(0251)
As férias e novos projectos profissionais têm condenado este blogue ao abandono.
Mas agora com a anunciada candidatura de Soares III à mais alta das magistraturas nem este modesto reduto se pode dar ao luxo de ficar em silêncio.
Contra Soares III e em força!
Já!