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julho 12, 2005
Nunca é tarde para dar a mão à palmatória
(0222)
Não me passou despercebida a morte do Dr. Corino de Andrade.
Na altura, no entanto, não lhe fiz qualquer referência.
Recordo-o agora, pela pena brilhante de Lobo Antunes, que na última Visão assina uma crónica, infelizmente sem link disponível, absolutamente deliciosa, pela simplicidade e beleza estilística, intitulada: “O Amigo do meu Pai”.
E a verdade é que as últimas crónicas de Lobo Antunes na Visão, me têm aproximado de tal maneira da sua escrita, eu que não sou grande apreciador do homem, que já é a página da sua crónica, a primeira, que procuro quando semanalmente a revista me chega às maõs.
Publicado por Patrick Blese às julho 12, 2005 03:48 AM
