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junho 30, 2005
O Guerreiro, que não o era só de nome
(0209)

Homem de enorme cultura, grande filosófo e matemático, Emídio Guerreiro, lutou sempre por convicções.
Primeiro na clandestinidade contra o Estado Novo e depois na legalidade, quando foi a hora de defender as liberdades conquistadas e de cimentar o Estado Democrático de Direito.
Oposicionista do salazarismo, lutou também em Espanha, ao lado dos Republicanos contra os Falangistas.
Homem intrinsecamente de esquerda, ainda há poucos dias, numa entrevista concedida a um jornal, que já não me recordo qual, dizia sobre Cunhal que a sua coerência tinha sido uma catástrofe , visto ser coerente com um bandido como Estaline.
Paz à sua alma.
Leia, aqui, o perfil.
Publicado por Patrick Blese às junho 30, 2005 12:45 AM
