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abril 08, 2005
A história da guerra que já estava fechada e a mulher do candidato
(0028)
Ontem à noite encontrei o Raúl Solnado e, como se isso não fosse já bastante, ainda tive o privilégio de o poder ajudar.
Na realidade, foi uma pequena ajuda, mas ainda assim, uma boa ajuda.
Parece mentira, mas é verdade!
A troco do pequeno auxílio que lhe prestei, recebi de mão beijada, 5 minutos de uma conversa muito saborosa, à volta do Belenenses e do nosso apoio à candidatura de Cabral Ferreira, que foi, de resto, o assunto que a ambos nos levou, ontem, até ao Restaurante da antiga FIL.
Devo no entanto confessar que neste momento, já não sei se vou votar em Cabral Ferreira.
Não porque vá votar no outro candidato, tão pouco porque ache que ele é imcompetente ou inapto para o cargo.
Eu, até quero votar nele, o diabo é que a conversa que estava a ter no exterior do restaurante com o Solnado só não se prolongou por mais tempo porque, justamente, quando lhe pedia por Todos os Santos que me contasse um bocadinho da história da Guerra, e ele se aprestava para aceder, fomos interrompidos pela mulher do candidato.
Tratava-se, como é bom de perceber, de uma oportunidade única na vida.
Tenho que pensar se a coisa tem desculpa ou não, e se não tiver, decidir se Cabral Ferreira merece, ou não, pagar pelos erros da sua mulher.
É a este intrincado problema que tenho que dar resposta até sábado.
Publicado por Patrick Blese às abril 8, 2005 03:21 AM
